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Fatos & Fotos : A capela mortuária que virou templo batista na Eslováquia
Enviado por Erico em 24/07/2014 (525 leituras)



A chegada surpreende. Entramos no terreno de um cemitério protestante e ali se ergue uma capela mortuária grande e majestosa. Ao entrar, porém, o clima muda. Totalmente renovada por dentro, a antiga capela é hoje o templo da Primeira Igreja Batista de Bratislava, a capital da Eslováquia. Bom aproveitamento e contextualização perfeita é o que percebemos nas instalações.

Quando a Eslováquia ficou sob domínio comunista, a igreja batista perdeu todas as suas instalações no país. Depois de décadas de opressão, veio a liberdade e também a separação da República Tcheca. Após séculos de dominação, primeiro húngara e depois soviética, a Eslováquia voltava a ser independente.

Os recursos das igrejas não eram muitos, e espaço para construir na cidade também não. A aquisição da capela mortuária desativada foi a solução, e com as obras feitas, o espaço ficou bonito, elegante e bem adaptado à religiosidade deste pequeno país.

Apertada bem no centro da Europa, entre Polônia e República Tcheca ao norte, Ucrânia ao leste e Hungria ao sul, a Eslováquia é uma nação com cerca de 5,5 milhões de habitantes. Foi capital do antigo Reino da Hungria e se orgulha de ter uma cultura muito própria.

Bratislava, com 430 mil habitantes, é uma cidade cujo centro histórico rivaliza com Praga, capital tcheca. Com população sobretudo eslovaca, há também uma importante minoria húngara e cigana. A maioria da população se apresenta como católica, sendo os evangélicos apenas 1,2%. Os batistas têm 40 igrejas em toda a Eslováquia, cerca de 20 congregações e 2 mil membros.

Darko Kradjik e Jan Szollos, respectivamente presidente e vice-presidente da União Batista, nos falam dos desafios da Eslováquia. Há uma clara falta de vocacionados e de obreiros para as necessidades do país. Os batistas são pequenos demais para terem seu próprio seminário, pelo que utilizam uma universidade pública cujo foco é a Teologia, mas que não forma pastores ou missionários.

Vastas regiões no norte e leste da Eslováquia carecem de obreiros para a plantação de novas igrejas. Como um todo, a igreja do país precisa ser despertada para missões. Há cidades com igrejas sem pastor, assim como lugares com boas condições, mas sem trabalho evangélico.

O culto na Primeira Igreja Batista de Bratislava transcorre de modo tradicional, fácil de acompanhar para um brasileiro. Há momentos de cânticos espirituais, hinos mais tradicionais, apresentação de um bebê e uma mensagem solidamente bíblica. À parte da língua, um batista brasileiro se sentiria em casa. No entanto, a congregação é envelhecida, e a falta de jovens é evidente.

A Eslováquia está aberta à pregação e ao trabalho missionário. Obreiros americanos estão fazendo um bom trabalho. Há espaço e oportunidade para o Brasil fazer a sua parte. Levar a Vida nova de Jesus a um povo cansado de opressão e sedento de liberdade.



Pr. Joed Venturini
missionário em Portugal e orientador estratégico da JMM para o Leste Europeu

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