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O Verdadeiro Significado do Natal
  Enviado em 18 Nov 2011 por adelman (2421 leituras)
O VERDADEIRO SIGNIFICADO DO NATAL

Natal é tempo em que as pessoas vivem o chamado “espírito natalino”. É tempo de dar presentes. É tempo de festa e alegria.Mas será que as pessoas sabem o verdadeiro significado do Natal? Será que é dar e receber presentes, enfeitar a casa e árvores e viver o “espírito natalino”, ou seja, proclamar a paz só nesta época?No Natal comemora-se o nascimento de Jesus, o Emanuel, o Deus conosco, o Rei dos reis, o Senhor dos senhores, o Príncipe da paz, o pai da eternidade.

Natal não é entrega de presentes nem enfeites feitos em árvores e casas; mas a comemoração dAquele que nasceu numa manjedoura e entregou a sua vida para que tivéssemos vida, Deus que se fez homem para morrer por pessoas que não mereciam tão grande expressão de amor.

O verdadeiro Natal é comemorado por pessoas que deixaram Jesus nascer em seus corações, isto é, pessoas que confessaram seus pecados, arrependeram-se e foram regenerados pelo sangue de Jesus. Pessoas que hoje tem uma nova vida e vivem não mais para sim mesmas, mas com, por e para Jesus Cristo. É quando o verdadeiro enfeite não está em coisas exteriores, mas no íntimo de um coração limpo de toda sujeira do pecado.

Natal é tempo de paz. Mas não uma paz que é proclamada somente neste período, e sim uma paz que deve ser vivida e proclamada a todos em todo tempo. Não apenas uma paz entre os homens, entre as nações, mas primeiramente a paz com Deus de pessoas que se achegam a Ele como filhos obedientes e fieis que procuram estar no centro da Sua vontade.

Natal é tempo de manifestar aos familiares, aos amigos, ao mundo que o melhor presente é ter Jesus no coração.
Natal é tempo de glorificar o Deus que nos criou, exaltar seu santo Nome, adorar o Deus Excelso, louvar Aquele que não poupou seu único Filho por amor de nós.E você? Irá realmente comemorar o verdadeiro Natal?

Alguns alegam que o natal é a festa pagã do culto ao Sol. Conclusão precipitada. Tendo que escolher uma data, escolheu-se aquela porque considera-se que Cristo é o sol da justiça (Ml. 4.6). Combatem a árvore de Natal, dizendo-a resquício do culto pagão às árvores. Esquecem que a Bíblia se abre e fecha com a presença de uma árvore (Gn. 3.9 e Ap. 22.14). Mas o estranho é guardarem festas judaicas, que se tornaram festas pagãs, com o advento de Cristo, sendo coisas passadas, à luz de Colossenses 2.16-17.

O cristianismo e a Bíblia expressam as verdades de Deus na cultura do povo, não em uma cultura angelical. Aplicamos o nome “Emanuel” a Jesus, mas o Emanuel de Isaías 7.14 é, nada mais nada menos, que Ezequias, filho do rei Acaz, a quem a palavra foi dirigida, tanto que em Isaías 8.8 o Emanuel está vivo e recebe uma mensagem de Isaías. Os quatro títulos duplos que aplicamos a Jesus, em Isaías 9.6 (“Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz”) eram usados na sagração do novo Faraó, no Egito. O profeta os aplicou a Jesus. Ele é o Messias, mas Deus diz que Ciro é “seu ungido” (Is 45.1), em hebraico, messhyhu, “messias dele”. O domingo, dia do Senhor, era o dia do culto ao Sol, na mitologia de alguns povos europeus. Mas foi o dia em Cristo ressuscitou. A própria Igreja nascente adaptou passagens do Antigo Testamento para firmar seus conceitos. A “virgem” de Isaías 7.14 foi aplicada a Maria, em apoio ao nascimento virginal de Jesus. Mas é a esposa de Acaz, mãe de Ezequias, e o termo hebraico, almah, significa, primeiro “uma jovem no vigor da idade de se casar, uma donzela”. O termo foi entendido como “virgem” pelos tradutores da Bíblia Hebraica para a Bíblia Grega. Eles usaram parténos, “virgem”. Isto direcionou nossa leitura para este aspecto somente. Mesmo quealmah não signifique, primeiramente, “virgem” e se aplique, primeiramente, à esposa de Acaz, isto não invalida o nascimento virginal de Jesus, porque o Novo Testamento o afirma (Mt 1.18). Não é preciso negar ou modificar tudo porque se descobriu um aspecto que não corresponde ao que pensávamos. Isto é insensatez: jogar tudo fora por causa de uma parte. Meio entendimento é pior que nenhum entendimento. Principalmente se produz estabanamento intelectual.

Natal não é festa pagã. Isto soa como falta de inteligência. É a comemoração do nascimento de Jesus. Se a data não foi 25 de dezembro, qual é o problema? A páscoa, quando se comemora a morte de Cristo, cada ano cai num dia. Mas não invalida a morte vicária de Cristo. E está ligada a uma das festas que passaram, à luz de Colossenses 2.16-17.

O legalismo e a postura de alguns em reinventar e redescobrir o evangelho são atitudes negativas. Pergunte-se a um cristão sincero, não desses cheios de empáfia que descobriram que todo mundo fez tudo errado até hoje, o que ele comemora no dia 25 de dezembro. Ele dirá: “O nascimento de Jesus”. Na falta de data específica, ficou-se com esta. Qualquer outra suscitaria uma crítica de alguém. Que critiquem.

O erro não é comemorar o nascimento de Jesus. O erro é trocá-lo por Papai Noel, é olhar o aspecto apenas humano e sentimental da ocasião e esquecer o aspecto espiritual. Por isto, comemore o natal. Com gratidão a Deus. Louve-o por seu Filho, Jesus Cristo, nosso Salvador. E ignore as rabugices de outros. Natal é para lembrarmos que Deus se fez homem e habitou entre nós.



Textos de Isaltino Gomes Coelho Filho e Pr. Edson de Sousa Silva





Fonte: Pr. Carvalho


Colaboração:
Adelman Santos
Marketing Igreja Batista em Redonda
marketing@ibredonda.com.br
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