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A Prática de um bom ensino
  Enviado em 24 Jan 2011 por Oseas (885 leituras)
A PRÁTICA DE UM BOM ENSINO

01. PRATICIDADE – Imagine-se ensinando um grupo num fim de semana.
Agora, na sua imaginação, escreva em vermelho na testa de cada uma dos seus alunos a expressão: “Pra quê?” Se seus alunos não forem discretos, eles poderiam lhe fazer essa pergunta na frente de todos na sala de aula. O que eles realmente querem sabe é: “Que relevância tem esse ensino para minha segunda-feira pela manhã?” Se você não está preparado para responder a essa pergunta, volte para o preparo de sua lição antes que uma dessas o encare de frente. O ensino é basicamente aplicação.

Você usou de uma aplicação específica que poderá ser colocada em prática na vida esta semana? Você ensinou algo capaz de mudar a vida das pessoas? As pessoas não estão interessadas em acumular conhecimentos e informações que não se relacionem de forma prática no viver diário. Nosso objetivo não é obter pecadores cultos e sim pessoas transformadas. Fazer discípulos é aplicar o ensino no viver diário.

A chave é proporcionar uma mudança gradativa, específica e crescente incremento nas mudanças. Não force para obter mudanças monumentais a cada semana. Ao invés, promova mudanças passo-a-passo.

É uma boa idéia monitorarmos a cada semana as aplicações da semana anterior. “ Semana passada nós falamos sobre orar pelos perdidos. Alguém aqui lembrou de orar por alguém? Conte-nos sua experiência!” Em grupos abertos como Escola Dominical ou células de crescimento, a responsabilidade no cumprimento das tarefas ou alvos deve ser encarada de forma simples.

Numa escala de um a dez, que nota você receberia quanto à praticidade do seu ensino? Receba dez, se você sempre tem uma aplicação ou um, se raramente o faz.


02. BOM HUMOR – Há momentos em sua lição quando todos riem juntos?
Há momentos em sua aula, quando seus alunos não conseguem se conter e dão gargalhadas? O riso é um dos melhores indicadores sobre a saúde educacional de seu grupo. Quando há amor mútuo no grupo, eles se alegram juntos. Esse é o resultado da verdadeira comunhão cristã. Porém, quando há tensões, animosidade ou doença no corpo, não há sorrisos, muito menos gargalhadas. O Educador deve criar um ambiente que seja agradável aos alunos., motivando-os a vir assistir às aulas. Entretanto, a aula não deve ser somente divertida. Deve ser instrutiva, informativa e que promova a mudanças significativas na vida dos alunos. Portanto, cuidado para não se tornar um comediante.

Numa escala de um a dez, que nota você receberia quanto a seu humor em classe?


03. ESTILO PESSOAL X ENVOLVIMENTO – Se você quiser tornar o seu ensino interessante e efetivo, faça-o com estilo pessoal. Poderá se perguntar será que todos estão interessados na minha aula?

O ensino que não se relaciona de forma pessoal não é proveitoso. Um bom ensino não é filosofar sobre algo abstrato e distante. Deus é um ser pessoal. O processo do discipulado cristão é de caráter pessoal. Pergunte a sim mesmo: você é capaz de penetrar no íntimo de seus alunos? Você está aberto para que o seu verdadeiro eu seja observado? É necessário fazer aplicações pessoais, bem como se deixar transparecer ao seu grupo de tal forma que possa mostrar a eles que a verdade trabalha na sua vida. Ser pessoal é também uma das melhores maneiras de criar interesse.

Partindo do pressuposto do estilo pessoal, você consegue que haja a participação da maioria de seus alunos? Mais da metade de seus alunos participam verbalmente da aula? Ou ao invés, eles ficam olhando para o relógio o tempo todo? Uma das melhores formas de medir o índice de envolvimento em suas aulas é fazer perguntas para obter respostas. Se seus alunos não estiverem envolvidos com a aula, eles não estarão aprendendo, e você não estará ensinando, nem muito menos fazendo discípulos.

Numa escala de um a dez, como você classificaria sua classe quanto a ser pessoal? Você ministra suas aulas de tal forma a atingir o íntimo das pessoas? Que nota você daria para a participação dos seus alunos em suas aulas? Reflita sobre estas questões.

04. PREPARO X CONTEXTUALIZAÇÃO – Você tem se preparado o suficiente para apresentar a lição com convicção? Tem acrescentado à sua lição alguma informação extracurricular além das informações obviamente expressas no texto?

Convicção é tudo! Você nunca conseguirá abordar todos os detalhes em uma pequena passagem. Esta é umas das belezas da Bíblia Sagrada; nós nunca a abordaremos completamente em sua total profundidade.

Preparação que inspire confiança e convicção não pode ser conseguida na última hora. Você nunca conseguirá ler a lição no sábado à noite e obter um desempenho considerável no domingo pela manhã.

O preparo torna-se importante no sentido que você precisa conhecer o texto bíblico e quais as circunstâncias ou curiosidades relacionadas com o contexto no qual a passagem a ser utilizada na lição está inserida. Você deve ser capaz de responder as perguntas sugeridas no texto. A Escola Dominical precisa ser mais do que simplesmente um grupo de pessoas desinformadas. Você terá no seu grupo poucas pessoas que estudem a lição e você deve incentivá-las à estudar mais. Desta forma, você como Educador deve trazer para sala de aula informações extras, com o objetivo de elevar o nível da aula e o interesse de seus alunos.

Numa escala de um a dez, que nota você daria para o seu grupo de preparação? Sua preparação é suficiente para inspirar confiança nos seus alunos? Que nota você daria para sua contextualização e utilização de informações extracurriculares? Você como Educador tem compreendido o suficiente a respeito da abrangência do texto utilizado?


05. BOA INTRODUÇÃO X TRANSMISSÃO INSPIRADORA X FOCO FIEL – Você detém a atenção de seus alunos logo o início da aula? Consegue inspirar, impactar a vida de seus alunos? Consegue conciliar alguma idéia que tenha surgido no decorrer de sua lição sem perder o rumo?

Você começa a sua aula com algo que atraia a atenção dos seus alunos a ponto de começarem a tomar notas de suas exposições? Duas partes da lição devem ser especialmente preparas: o começo e o final. Você poderá fazer uma pergunta provocativa inicialmente que será uma tempestade de idéias (técnica).

Quando uma introdução é bem feita, o ensino se tornará mais do que dizer a alguém sobre algo que aconteceu ou sobre o que vai acontecer.

Muitos de nós sabemos bem mais do que fazemos. Em muitos casos o problema não é de conhecimento e sim de motivação. Você como Educador deve ensinar não só o saber, mas também motivá-los a fazer. Motive com entusiasmo. Lembre-se: entusiasmo significa “Deus em mim”.

O maior perigo dos Educadores não é o falar pouco, mas sim o de falar muito. A lição precisa de um tema central, um foco, uma grande idéia. Tal qual uma vida sem questionamento e sentido, assim é um ensino sem uma idéia central. Avalie-se constantemente neste critério

Numa escala de um a dez, que nota você daria para a forma como você inicia suas lições? E quanto ao índice de motivação e inspiração que você dá a seus alunos? Você os inspira? Tem sido fiel ao foco principal da lição?
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